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CURSO FOTOGRAFIA JÁ

UMA IMAGEM VALE MAIS QUE MIL PALAVRAS.

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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Julgamento das melhores fotos do Concurso do observatório de Greenwich

Vencedores serão anunciados em setembro
2-O Observatório Real britânico de Greenwich, em Londres, anunciou os selecionados para competir ao título de Fotógrafo de Astronomia de 2013. Acima, a imagem de Rogelio Bernal Andreo mostra galáxias rodopiando no espaço e a Via Láctea nos céus do Parque Nacional de Yosemite. (Foto: A Flawless Point © Rogelio Bernal Andreo)
3-A competição está no quinto ano e é realizada pelo Observatório Real e pela revista 'Sky at Night'. Esta foto mostra a luz do Sol refletida na poeira e gás, na cauda do cometa Panstarrs. (Foto: Comet Panstarrs © Ingólfur Bjargmundsson)
4-A foto acima mostra Durdle Door, a formação em uma praia de Dorset, na Inglaterra, e a Via Láctea. A imagem foi selecionada entre os finalistas na categoria revelação. (Foto: Archway to Heaven © Stephen Banks)
5-A aurora boreal registrada por Mike Curry também concorre na categoria de melhor fotógrafo revelação. (Foto: Northern Lights XXIII © Mike Curry
6-Stefano De Rosa conseguiu capturar a Lua nascendo, iluminando um horizonte coberto de neve nos Alpes. (Foto: Hunter’s Moon over the Alps © Stefano De Rosa)
7-O vencedor geral vai receber um prêmio de 1,5 mil libras (cerca de R$ 5,2 mil). Acima, a foto de Alexandru Conu mostra Vênus em trânsito sobre o Mar Negro e é uma das finalistas na categoria Terra e Espaço. (Foto: Venus Transit at the Black Sea © Alexandru Conu)7-Stefano De Rosa conseguiu capturar a Lua nascendo, iluminando um horizonte coberto de neve nos Alpes. (Foto: Hunter’s Moon over the Alps © Stefano De Rosa)
8-Acima, o fotógrafo Wayne England conseguiu capturar o momento quando a Via Láctea parece se alinhar com o telescópio do Observatório Parkes, na Austrália. (Foto: Receiving the Galactic Beam © Wayne England)
9-Apesar das luzes da cidade, a imagem de Mark Shaw dá uma visão clara de nuvens em uma formação espetacular no norte da Inglaterra. (Foto: Full-view of Noctilucent Cloud © Mark Shaw)
10-Estrelas e constelações conhecidas formam uma linha que sobe na paisagem do Parque Nacional de Dartmoor, no sudoeste da Inglaterra, na foto de Anna Walls. (Foto: Leaning In © Anna Walls (UK) Familiar stars and constellations)
11-Na categoria 'Espaço Profundo' há três finalistas. Acima, a imagem de Andre van der Hoeven, da Nebulosa Pelicano. (Foto: Herbig-Haro Objects in the Pelican Nebula © Andre van der Hoeven)
12-Michael Sidonio registrou esta imagem da Nebulosa Carina, milhões de vezes mais bilhante que o Sol e maior. Ela é instável e um dia se transformará em uma supernova. (Foto: Eta Carinae and her Keyhole © Michael Sidonio)
13-'Câmeras modernas podem detectar a luz que é muito fraca para ser vista por nossos olhos e são capazes de diferenciar níveis de detalhes que estão muito além de nossa capacidade', afirmou o autor da imagem acima, Nik Szymanek. (Foto: Orion Nebula © Nik Szymanek)
14-Esta imagem do Sol com filamentos escuros saindo da superfície e voltando novamente foi feita por Paul Haese. (Foto: Solar Max © Paul Haese)
15-Os vencedores nas quatro categorias e nos três prêmios especiais serão anunciados no dia 18 de setembro. (Foto: The Night Photographer © Tommy Eliassen)
16-No dia seguinte será aberta a exposição com as imagens vencedoras no Observatório Real britânico de Greenwich, em Londres, até 23 de fevereiro. Todas as fotos: Museu nacional Maritimo. (Foto: Photographers on the Rim of Myvatn Craters © James Woodend)

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

National Geographic (revista)

National Geographic, anteriormente National Geographic Magazine, é a revista oficial da National Geographic Society. Publicou a sua primeira edição em 1888, apenas nove meses após a própria sociedade ter sido fundada. É imediatamente identificável pela moldura amarela característica que envolve a sua capa.
Capa da revista "National Geographic Brasil" de janeiro de 2011.
Editor Chris Johns
Frequência Mensal
Editora Editora Abril (no Brasil)
Empresa National Geographic Society
Circulação Mundial
Categoria Geografia, Ciência, História, Natureza
País Estados Unidos
Idioma Inglês e mais 32 idiomas
História
Fundada em Outubro de 1888
Há 12 edições mensais da National Geographic por ano, além de suplementos de mapas adicionais. Em raras ocasiões, edições especiais também são emitidas. Contém artigos sobre geografia, biologia, física, ciência popular, história, cultura, eventos atuais e fotografia. O atual editor-chefe da National Geographic Magazine é Chris Johns, que foi nomeado Editor do Ano em outubro de 2008 pela revista Advertising Age durante a American Magazine Conference.
Com uma circulação mundial em trinta e três idiomas, mais de cinquenta milhões de pessoas recebem a revista mensalmente.[carece de fontes] Em maio de 2007, 2008 e 2010, a revista National Geographic ganhou o Excellence Award da American Society of Magazine Editors (ASME), na categoria de circulação mais de dois milhões de exemplares. Em 2010, a National Geographic Magazine também recebeu os prêmios da ASME para fotojornalismo e redação.
Em 1995, a National Geographic começou a publicar em japonês, e foi a primeira edição no idioma local. Actualmente a revista é publicada em diversos idiomas, incluindo japonês, espanhol, hebreu, grego, italiano, francês, alemão, polaco, coreano, português (em Portugal e no Brasil, com as respectivas versões.), chinês, tcheco, romeno, russo e neerlandês.
Capa da edição de janeiro de 1915

A primeira edição da revista National Geographic foi publicada em 1888, apenas nove meses após a própria sociedade ter sido fundada fundada. A característica principal da National Geographic, reinventando-se de uma publicação baseada na linguagem textual mais próxima de uma revista científica, para uma famosa revista de imagens pitorescas e exclusivas, começou na edição de janeiro de 1905, com a publicação de várias fotos de página inteira feitas no Tibete em 1900-1901, por dois exploradores do Império Russo, Gombojab Tsybikov e Norzunov Ovshe. A capa de junho de 1985, com a imagem da menina afegã de 13 anos de idade, Sharbat Gula, se tornou uma das imagens mais conhecidas da revista.
No final dos anos 1990 e 2000, vários anos de litígios sobre direitos autorais da revista como um trabalho coletivo, forçou a National Geographic a retirar do mercado o The Complete National Geographic, uma compilação digital de todas as suas edições passadas do revista. Duas decisões de diferentes cortes de apelação federais já decidiram em favor da National Geographic em permitir uma reprodução eletrônica da revista de papel e Suprema Cortes dos Estados Unidos negou certiorari em dezembro de 2008. Em julho de 2009, a National Geographic anunciou uma nova versão do The Complete National Geographic, contendo todas as edições da revista de 1888 até dezembro de 2008. Uma versão atualizada foi lançada no ano seguinte, acrescentando as edições a partir de 2009.
Em 2006, o escritor da National Geographic, Paul Salopek, foi preso e acusado de espionagem, ao entrar no Sudão sem visto. Após a National Geographic e o Chicago Tribune, para quem Salopek também escreve, montar uma defesa legal e criar um apelo internacional para o Sudão, Salopek foi finalmente libertado.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Eugène Atget

Este artigo ou se(c)ção cita uma ou mais fontes fiáveis e independentes, mas ela(s) não cobre(m) todo o texto (desde abril de 2013).
Por favor, melhore este artigo providenciando mais fontes fiáveis e independentes e inserindo-as em notas de rodapé ou no corpo do texto, conforme o livro de estilo.
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Chancellerie d'Orléans - foto de Atget.
Au tambour - foto de Atget.

Eugène Atget (Paris, 12 de fevereiro de 1857 - 4 de agosto de 1927) foi um fotógrafo1 francês, hoje tido como um dos mais importantes fotógrafos da história. Passou toda a vida em Paris. Pioneiro, revolucionou a fotografia com seu olhar desviado do ser humano. Fotografava o vazio das ruas parisienses, e objetos inusitados.
Ficou órfão ainda criança2 e foi criado e educado por um tio. Tornou-se marinheiro2 , viajando por rotas americanas. Posteriormente optou pela carreira de ator1 . Foi estudar no conservatório de arte dramática de Paris2 em 1879, deixando-o em 1881 e partindo com uma pobre companhia de teatro que atuava nas redondezas e subúrbios de Paris. Atuou em papéis insignificantes e desiludiu-se com a profissão. Em 1889 dedicou-se a pintura e acabou desenvolvendo tal capacidade de observador que tornou-se fotógrafo aos 40 anos de idade.
Inovador, foi o precursor da fotografia moderna em Paris. Especializou-se em vistas cotidianas e postais parisienses, pois conhecia cada canto de sua cidade natal. Reproduzia quadros e fornecia material de referência para seus colegas pintores.
Em sua genialidade expressava verdadeiramente o surrealismo. Por 25 anos levou uma rotina de carregar pela cidade sua enorme e pesada câmara, um tripé de madeira e uma caixa de placas fotográficas de 18x24 cm, num total que ultrapassava 15 quilogramas.
Atget desprezava a fotografia convencional, especializada em imagens humanas. Inaugurou a fotografia urbana. Libertou os objetos de sua aura, tornando irresistível a necessidade de possuí-los,na imagem ou na sua reprodução. Retratava o vazio, a privacidade em suas fotografias de vistas.
Não teve reconhecimento de seu trabalho em vida, pois a maior parte dos escritores públicos da época "nada sabia sobre aquele homem que passava a maior parte do tempo percorrendo os ateliês com suas fotos, vendendo-as por alguns cêntimos, muitas vezes ao mesmo preço que aqueles cartões-postais, que em torno de 1900 representavam belas paisagens urbanas envoltas numa noite azulada, com uma luta retocada.E le atingiu o pólo da extrema mestria, mas na amarga modéstia de um grande artista, que viveu na sombra, deixou de plantar ali o seu pavilhão. Por isso muitos julgam por ter descoberto aquele pólo, que Atget alcançara antes deles." (Camile Recht)
Em 1926 Berenice Abbot, nova iorquina, recolheu sua obra de mais de quatro mil imagens e dez mil negativos, que foram publicados por Camile Rechet em um volume de magnífica beleza; as fotos de Atget foram exibidas, no mesmo ano e através de Berenice Abbout, assistente de Man Ray, curador do Museu de Arte Moderna dos EUA, na exposição "La Révolution Surrealiste". Contudo, o sucesso chegou tardiamente, pois Atget morreu em 1927, pobre e solitário, em Paris.